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Resultados da pesquisa

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Relatório

Todos se propuseram a aprender novas técnicas para ajudar no seu aprendizado. Para a maioria, foi fácil a compreensão. Repetir técnicas, verificando a veracidade dos resultados, acelerar o resultado, sem precisar muito rascunho. todos colaboraram entre si, ajudando uns aos outros. 90% compreenderam bem as regras e conseguiram realizá-las. Houve condução com bom ritmo, dando tempo para observação e correção dos mesmos.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Curiosidades

A HISTÓRIA DO DINHEIRO

Objetos estranhos já foram dinheiro
Dinheiro é algo que os homens inventaram para facilitar a troca de mercadorias. Para funcionar, ele precisa ser aceito por uma sociedade. Sua história é quase tão antiga quanto o homem.
Hoje em dia, o dinheiro tem forma de papel (cédulas e cheques), plástico (cartões de crédito) e metal (moedas). Mas nem sempre foi assim.
Antigamente, para muitos povos, conchas, pedras, penas e outros objetos serviam como dinheiro. Eles tinham um valor definido e era assim que as pessoas compravam o que queriam.
Em Roma, há muitos anos, o sal que tempera a comida era importante e caro. Por isso, uma parte do pagamento dos soldados era feita com esse mineral. A palavra ¨salário¨ nasceu aí.
O primeiro dinheiro feito em papel apareceu na China. As pessoas deixavam as moedas de ferro muito pesadas com os comerciantes e usavam, como dinheiro, os recibos de papel que eles entregavam.
Os índios brasileiros não conheciam dinheiro, por isso trocavam cocares e outros objetos feitos por eles, por objetos dos portugueses. Esse tipo de comércio é chamado de escambo.
A moeda
A palavra ¨moeda¨ vem do latim moneta, que o sobrenome da deusa Juno. Era no templo de Juno que os romanos, em 547 a.C., fabricavam suas moedas. As moedas de prata que circulavam na Roma Antiga eram chamadas de denarius, dando origem à palavra ¨ dinheiro¨.
                                                (Adaptado da revista Ciência Hoje das Crianças, 1994).  



quinta-feira, 27 de junho de 2013

Os Quatro Quatros
(Trecho do livro O HOMEM QUE CALCULAVA de Malba Tahan)

̶̶  Este rico tecido é digno do Profeta!
̶  Amigos! Eis um delicioso perfume que lembra os carinhos de vossa esposa!
̶  Reparai, ó cheique!, nestas lindas chinelas e neste lindo cafetã que os djins (gênios sobrenaturais) recomendam aos anjos!
Interessou-se Beremiz por um elegante e harmonioso turbante azul claro que um sírio, meio corcunda, oferecia por 4 dinares. A tenda dêsse mercador era, aliás, muito original, pois tudo ali (turbantes, caixas, punhais, pulseiras, etc.) era vendido por 4 dinares. Havia um letreiro que dizia:

OS QUATRO QUATROS

Ao ver Beremiz interessado em adquirir o turbante azul, objetei:
̶  Julgo loucura comprar esse luxo. Estamos com pouco dinheiro e ainda não pagamos a hospedaria.
̶  Não é o turbante que me interessa – retorquiu Beremiz; - repare que a tenda dêsse mercador é intitulada   ̋̏Os quatro quatros ̋̏. Há nisso tudo espantosa coincidência digna de atenção.
̶  Coincidência? Por quê?
̶  Ora, bagdali – retornou Beremiz – a legenda que figura nesse quadro recorda uma das maravilhas do cálculo: Podemos formar um número qualquer empregando quatro quatros!
E antes que eu o interrogasse sobre aquele enigma, Beremiz explicou, riscando na areia fina que cobria o chão:
̶  Quer formar o zero? Nada mais simples. Basta escrever:

44 – 44

Estão aí quatro quatros formando uma expressão que é igual a zero.
Passemos ao número 1. Eis a forma mais cômoda:

44/44

Quer ver agora o número 2? Pode-se aproveitar facilmente os quatro quatros e escrever:

4/4 + 4/4

O 3 é mais fácil. Basta escrever a expressão:

sábado, 15 de junho de 2013

TRECHO DO LIVRO ˶O HOMEM QUE CALCULAVA˵ DE Malba Tahan.

OS herdeiros

Perto de um refúgio meio abandonado, três homens discutiam acalorosamente ao pé de um lote de camelos. Por entre pragas e impropérios gritavam possessos, furiosos:
̶  Não pode ser!
̶  Isto é um roubo!
̶  Não aceito!
O inteligente Beremiz procurou informar-se do que se tratava.
̶  Somos irmãos – esclareceu o mais velho – e recebemos, como herança, esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte e ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém dividir dessa forma 35 camelos e a cada partilha proposta, segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio. Como fazer a partilha se a terça parte e a nona parte de 35 também não são exatas?

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Socialização da experiência de navegar na internet livremente

Conhecer cursos, legislação, aulas, projetos que auxiliam o planejamento, conhecimento, novas informações, chamam atenção motivando buscar mais possibilidades de aprendizagem. Buscar exemplos de projetos, sugestões de atividades. Encontra-se atividades para auxiliar as aulas/conteúdos que estamos trabalhando.

As ferramentas com vídeos ajudam na elaboração das atividades de sala, conhecer novos sites educacionais. Conhecer projetos já desenvolvidos e bem sucedidos com softwares educacionais. Proporciona a utilização de vídeos enriquecendo as aulas.
Projeto: Lúdico na Matemática
Série: 2º ano
Esse projeto foi escolhido para levar aos alunos que a matemática também pode ser divertida, que alguns conteúdos pode sair da rotina e tornar o conteúdo um pouco descontraído, desmistificar a matemática enquanto uma disciplina maçante.
Foi desenvolvido através de feira de conhecimento, levando os alunos a pesquisarem na internet atividades matemáticas que podem ser trabalhadas através de jogos, charadas, adivinhas, ...
Os conceitos curriculares trabalhados/observados foram integração, socialização da informação, cooperação, raciocínio lógico, aprendizagem significativa.
Recursos utilizados foram internet, projetos já realizados, livros, ...
Pontos positivos é criatividade, competitividade sadia, estudo em grupos, assimilação rápida do conteúdo, motivação. Negativos não houve.