Relatório
Todos se propuseram a aprender novas técnicas para ajudar no seu aprendizado. Para a maioria, foi fácil a compreensão. Repetir técnicas, verificando a veracidade dos resultados, acelerar o resultado, sem precisar muito rascunho. todos colaboraram entre si, ajudando uns aos outros. 90% compreenderam bem as regras e conseguiram realizá-las. Houve condução com bom ritmo, dando tempo para observação e correção dos mesmos.
Wikipedia
Resultados da pesquisa
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Curiosidades
A HISTÓRIA DO DINHEIRO
Objetos
estranhos já foram dinheiro
Dinheiro é algo que os homens inventaram para
facilitar a troca de mercadorias. Para funcionar, ele precisa ser aceito por
uma sociedade. Sua história é quase tão antiga quanto o homem.
Hoje em dia, o dinheiro tem forma de papel (cédulas
e cheques), plástico (cartões de crédito) e metal (moedas). Mas nem sempre foi
assim.
Antigamente, para muitos povos, conchas, pedras,
penas e outros objetos serviam como dinheiro. Eles tinham um valor definido e
era assim que as pessoas compravam o que queriam.
Em Roma, há muitos anos, o sal que tempera a comida
era importante e caro. Por isso, uma parte do pagamento dos soldados era feita
com esse mineral. A palavra ¨salário¨ nasceu aí.
O primeiro dinheiro feito em papel apareceu na
China. As pessoas deixavam as moedas de ferro muito pesadas com os comerciantes
e usavam, como dinheiro, os recibos de papel que eles entregavam.
Os índios brasileiros não conheciam dinheiro, por
isso trocavam cocares e outros objetos feitos por eles, por objetos dos
portugueses. Esse tipo de comércio é chamado de escambo.
A moeda
A palavra ¨moeda¨ vem do latim moneta, que o
sobrenome da deusa Juno. Era no templo de Juno que os romanos, em 547 a.C.,
fabricavam suas moedas. As moedas de prata que circulavam na Roma Antiga eram
chamadas de denarius, dando origem à
palavra ¨ dinheiro¨.
(Adaptado da revista Ciência Hoje
das Crianças, 1994).
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Os Quatro Quatros
(Trecho do livro O HOMEM QUE CALCULAVA de Malba Tahan)
(Trecho do livro O HOMEM QUE CALCULAVA de Malba Tahan)
̶̶ Este rico
tecido é digno do Profeta!
̶ Amigos! Eis
um delicioso perfume que lembra os carinhos de vossa esposa!
̶ Reparai, ó
cheique!, nestas lindas chinelas e neste lindo cafetã que os djins (gênios
sobrenaturais) recomendam aos anjos!
Interessou-se Beremiz por um elegante e harmonioso
turbante azul claro que um sírio, meio corcunda, oferecia por 4 dinares. A
tenda dêsse mercador era, aliás, muito original, pois tudo ali (turbantes,
caixas, punhais, pulseiras, etc.) era vendido por 4 dinares. Havia um letreiro
que dizia:
OS
QUATRO QUATROS
Ao
ver Beremiz interessado em adquirir o turbante azul, objetei:
̶ Julgo loucura comprar esse luxo. Estamos com
pouco dinheiro e ainda não pagamos a hospedaria.
̶ Não é o turbante que me interessa – retorquiu
Beremiz; - repare que a tenda dêsse mercador é intitulada ̋̏Os quatro quatros ̋̏. Há nisso tudo
espantosa coincidência digna de atenção.
̶ Coincidência? Por quê?
̶ Ora, bagdali – retornou Beremiz – a legenda
que figura nesse quadro recorda uma das maravilhas do cálculo: Podemos formar
um número qualquer empregando quatro quatros!
E
antes que eu o interrogasse sobre aquele enigma, Beremiz explicou, riscando na
areia fina que cobria o chão:
̶ Quer formar o zero? Nada mais simples. Basta
escrever:
44 – 44
Estão
aí quatro quatros formando uma expressão que é igual a zero.
Passemos
ao número 1. Eis a forma mais cômoda:
44/44
Quer
ver agora o número 2? Pode-se aproveitar facilmente os quatro quatros e
escrever:
4/4 + 4/4
O
3 é mais fácil. Basta escrever a expressão:
sábado, 15 de junho de 2013
TRECHO DO
LIVRO ˶O HOMEM QUE CALCULAVA˵ DE Malba Tahan.
OS herdeiros
̶
Não pode ser!
̶
Isto é um roubo!
̶
Não aceito!
O inteligente Beremiz procurou
informar-se do que se tratava.
̶
Somos irmãos – esclareceu o mais velho – e recebemos, como herança,
esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a metade,
o meu irmão Hamed Namir uma terça parte e ao Harim, o mais moço, deve tocar
apenas a nona parte. Não sabemos, porém dividir dessa forma 35 camelos e a cada
partilha proposta, segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17
e meio. Como fazer a partilha se a terça parte e a nona parte de 35 também não
são exatas?
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Socialização da experiência de navegar na internet livremente
Conhecer cursos, legislação, aulas, projetos que
auxiliam o planejamento, conhecimento, novas informações, chamam atenção
motivando buscar mais possibilidades de aprendizagem. Buscar exemplos de
projetos, sugestões de atividades. Encontra-se atividades para auxiliar as
aulas/conteúdos que estamos trabalhando.
As ferramentas
com vídeos ajudam na elaboração das atividades de sala, conhecer novos sites
educacionais. Conhecer projetos já desenvolvidos e bem sucedidos com softwares
educacionais. Proporciona a utilização de vídeos enriquecendo as aulas.
Projeto:
Lúdico na Matemática
Série:
2º ano
Esse
projeto foi escolhido para levar aos alunos que a matemática também pode ser
divertida, que alguns conteúdos pode sair da rotina e tornar o conteúdo um
pouco descontraído, desmistificar a matemática enquanto uma disciplina maçante.
Foi
desenvolvido através de feira de conhecimento, levando os alunos a pesquisarem
na internet atividades matemáticas que podem ser trabalhadas através de jogos,
charadas, adivinhas, ...
Os
conceitos curriculares trabalhados/observados foram integração, socialização da
informação, cooperação, raciocínio lógico, aprendizagem significativa.
Recursos
utilizados foram internet, projetos já realizados, livros, ...
Pontos
positivos é criatividade, competitividade sadia, estudo em grupos, assimilação
rápida do conteúdo, motivação. Negativos não houve.
Assinar:
Postagens (Atom)